terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Intervenção K3 - Fotogramas




LOCAL: Placares do átrio do Pavilhão C
DATA: Dezembro 2008


Um dos mais notáveis e inovadores artistas e intelectuais da vanguarda russa 
e soviética, El Lissitzky (1890-1941), estudou arquitectura na Alemanha mas a sua actividade criativa desenvolver-se-ia em particular na área das artes visuais e gráficas onde se tornaria protagonista de algumas das mais influentes concepções e montagens de publicidade e de propaganda; utilizou de um modo muito original e expressivo as potencialidades da linguagem fotográfica para a criação de imagens explorando a metodologia do fotograma e da foto-montagem. Lissitzky afirmava que “a fotografia possui propriedades que não são acessíveis aos pintores e que são intrínsecas ao próprio material fotográfico e devem ser desenvolvidas num fotograma se a fotografia se quiser transformar em arte.”
Fotogramas são fotografias em que não se faz uso de um negativo ou de um slide. O fotograma típico realiza-se colocando objectos variados, transparentes ou opacos sobre papel fotográfico e expondo esse papel à luz através do ampliador. Se o objecto é liso e pequeno pode-se colocá-lo num ampliador de negativos e aumentá-lo como se foosse um negativo. O papel fotográfico é então processado como normalmente e dependendo da sua opacidade os objectos que foram colocados no papel fotográfico aparecerão, conforme o tempo de exposição à luz, brancos ou cinzentos contra um fundo negro. A partir de 1920 o fotograma popularizou-se junto de vários artistas acontecendo que alguns deles reclamavam ser pioneiros nesse tipo de experiência assim o fotógrafo surrealista Man Ray chamava-lhes de Rayogramas, Christian Schad usava a expressão de Schadografias eMoholy-Nagy utilizava os termos Desenhos de luz e o que entretanto se convencionou de Fotogramas.
Alguns exemplos de fotogramas:








sábado, 26 de abril de 2008

Intervenção - Dia dos Namorados













LOCAL: Biblioteca, Entrada da Escola e Pavilhão C
DATA: 14 Fevereiro 2007

Em primeiro lugar, as turmas da professora Ana Gonçalves recolheram seixos da praia. A ideia era pintá-los, como cada um bem achasse, desde que escrevesse em cada seixo a frase "Amo-te" em português ou outras línguas. Assim se fez e os seixos foram depois colocados em "pontos estratégicos" de forma a que qualquer aluno ou professor pudesse retirar um para oferecer a quem quisesse. Em paralelo, foi afixado um poema em forma de coração à entrada da Biblioteca.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Intervenção - As portas também gostam de palavras






LOCAL: Portas das salas dos pavilhões A, D, E e F.
DATA: Outubro 2007

Cada membro da K3 ficou com um pavilhão a seu encargo. Cada um teve de escolher duas poemas: um por andar. Os poemas foram depois "cortados" em frases que foram colocadas por ordem nas portas. Só que começasse numa ponta e acabasse na outra percebia o sentido do poema, como é óbvio.

Intervenção - Cartaz da Birmânia

















LOCAL: Entrada da escola.
DATA: Outubro 2007

Esta imagem fazia parte de um cartaz que foi feito durante a polémica na Birmânia. O nosso objectivo era chamar a camada jovem à atenção para o que se passava nesse país e que não se mantivessem calados. O primeiro cartaz colocado desapareceu e o segundo foi retirado por questões de segurança. É uma pena certos jovens não terem mais nada que fazer que estragar o trabalho de outros.



Intervenção - Cartaz da Birmânia

Intervenção - Céu vs Terra


















LOCAL: Em frente ao pavilhão C.
DATA: Outubro 2007

O tema era o contraste entre a terra e o céu. Assim tirámos fotos a coisas "terrenas" e a coisas "aéreas" e colocámo-las nos sítios opostos. Estiveram afixadas várias semanas, à mercê dos elementos. A ideia era ver como ficavam depois de molhadas pela chuva e esbatidas pelo Sol.